No início do mes de maio, tivemos a oportunidade de visitar o museu das telecomunicacoes, com o objetivo de inspiracao para nossa intervencao em Bichinho. O museu Oi futuro contem as mais diversas expressoes artísticas, que envolvem sempre novas mídias, presentes na programação dos espetáculos, performances, exposições e debates.
domingo, 26 de junho de 2011
sábado, 30 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Visita ao Inhotim!
No dia 14 de abril fomos visitar o Inhotim. Nosso grupo escolheu a artista Rivane Neuenschwander para anilisar melhor as obras. Sua obra de maior destaque lá é chamada "continente/nuvem"
A obra de Rivane Neuenschwander está instalada numa pequena casa de fazenda de 1874, a mais antiga construção remanescente da propriedade rural que deu origem ao Inhotim. Continente/Nuvem (2008) é uma obra cinética que ocupa totalmente o teto da casa. A obra consiste em pequenas bolas de isopor que se movem aleatoriamente sobre um forro transparente, ativadas por circuladores de ar. Esse estímulo cria formas abstratas monocromáticas que aludem ao mesmo tempo a mapas e ao movimento das nuvens no céu.
Visitamos tambem outras obras e galerias de outros artistas, todas muito contemporaneas, e muitas vezes interativas. Aqui estao algumas fotos!
Cildo Meireles:
Galeria Cosmococas:
Damian Ortega:
Cildo Meireles:
Cildo Meireles:
Tunga:
A obra de Rivane Neuenschwander está instalada numa pequena casa de fazenda de 1874, a mais antiga construção remanescente da propriedade rural que deu origem ao Inhotim. Continente/Nuvem (2008) é uma obra cinética que ocupa totalmente o teto da casa. A obra consiste em pequenas bolas de isopor que se movem aleatoriamente sobre um forro transparente, ativadas por circuladores de ar. Esse estímulo cria formas abstratas monocromáticas que aludem ao mesmo tempo a mapas e ao movimento das nuvens no céu.
Visitamos tambem outras obras e galerias de outros artistas, todas muito contemporaneas, e muitas vezes interativas. Aqui estao algumas fotos!
Cildo Meireles:
Galeria Cosmococas:
Damian Ortega:
Cildo Meireles:
Cildo Meireles:
Tunga:
quarta-feira, 27 de abril de 2011
10 idéias iniciais para a proposta de intervenção
- usar som, em locais determinados, de alguma forma interativa
-usar projeções de imagens/ vídeos para mostrar diferentes vistas de praças ao redor do mundo
-criar bancos interativos
-criar bancos que tenham cortinas ao redor
-usar panos e estruturas móveis para criar a idéia de espaços
- usar sensores + som
-fazer alterações (a definir) nos espaços públicos já usados para convívio
-colocar moldes/modelos de pernas em espaços públicos
-fazer "colagens" nas paredes, evidenciando aspectos dos espaços
-usar projeção interativa de imagens para evidenciar algum espaço
terça-feira, 26 de abril de 2011
Viagem ao Bichinho!!
No fim de semana do dia primeiro de abril de 2011, nossa turma foi ao Bichinho, um pequeno vilarejo pertencente a Prados, e que se encontra muito proximo a Tiradentes
Pudemos tambem observar o artesanato da cidade, que é atualmente a principal atividade economica do vilaarejo, e maior parte de seus habitantes se ocupa com ela. Visitamos a Oficina de Agosto.
Realizamos tambem uma performance, na qual bnrincamos com as percussoes do nosso corpo.
Comecamos tambem, a desenvolver uma ideia de intervencao no vilarejo, e pretendemos aperfeicoa-la ao longo deste mes, para que no inicio de junho voltemos lá para executa-la!!
Abaixo, a famosa "namoradeira":
La tivemos a oportunidade de visitar a Igreja de Nossa Senhora da Penha:
Tambem participamos de oficinas de desenho e decalques, que foram realizadas na parte de fora dessa Igreja.
Pudemos tambem observar o artesanato da cidade, que é atualmente a principal atividade economica do vilaarejo, e maior parte de seus habitantes se ocupa com ela. Visitamos a Oficina de Agosto.
Realizamos tambem uma performance, na qual bnrincamos com as percussoes do nosso corpo.
Comecamos tambem, a desenvolver uma ideia de intervencao no vilarejo, e pretendemos aperfeicoa-la ao longo deste mes, para que no inicio de junho voltemos lá para executa-la!!
quinta-feira, 31 de março de 2011
Visita a Pampulha!
No dia 21 de março fomos em excursao a Pampulha, visitar o Museu de Arte, projetado pelo arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer. Inicialmente o predio foi desenhado para ser um cassino, adquirindo depois o papel de museu de arte e integrante do Conjunto Arquitetonico da Pampulha.
Aproveitamos tambem para visitar a Casa do Baile, tambem projetada por Niemeyer. Nela pudemos observar a marquise sinuosa que provoca o olhar e não deixa de incitar a comparação com as curvas das margens da represa.
"Eu fiz a marquise da Casa do Baile em curva, que às vezes explicava, dizendo para melhor me fazer entendido, que elas seguiam as curvas da ilha, mas na verdade era o elemento plástico da curva que me interessava." Oscar Niemeyer
Aproveitamos tambem para visitar a Casa do Baile, tambem projetada por Niemeyer. Nela pudemos observar a marquise sinuosa que provoca o olhar e não deixa de incitar a comparação com as curvas das margens da represa.
"Eu fiz a marquise da Casa do Baile em curva, que às vezes explicava, dizendo para melhor me fazer entendido, que elas seguiam as curvas da ilha, mas na verdade era o elemento plástico da curva que me interessava." Oscar Niemeyer
domingo, 27 de março de 2011
Definiçoes!
Parkour
Parkour (em português: arte do deslocamento) é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres como traceuses.
Parkour é uma atividade física difícil de categorizar, uma arte ou disciplina que assemelha-se a auto-defesa nas artes marciais. De acordo com o fundador David Belle, o espírito no parkour é guiado em parte a superar todos os obstáculos em seu próprio caminho como se estivesse em uma emergência. Você deve mover de tal maneira, com quaisquer movimentos, para ajudá-lo a ganhar a maior vantagem possível de alguém ou em alguma coisa, quer seja escapando daquilo ou caçando em direção a isso. Assim, havendo um confronto hostil com alguém, as opções são conversar, lutar ou esquivar. Assim como as artes marciais são uma forma de treinamento para a luta, parkour é uma forma de treinamento para a fuga. Devido a dificuldade em categoriza-la, os praticantes frequentemente colocam-na em sua própria categoria: "Parkour é Parkour".
Uma importante característica desta disciplina é sua eficiência. Um praticante não só se move o mais rápido que puder, mas da maneira energeticamente mais econômica e o mais diretamente possível. Eficiência também envolve evitar ferimentos em curto e longo prazo, o que explica o lema não-oficial être et durer (ser e durar).
Teoria da Deriva
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
Flaneur
Mas quem é o flâneur?É um observador que caminha tranqüilamente
pelas ruas, apreendendo cada detalhe, sem ser
notado, sem se inserir na paisagem, que busca uma
nova percepção da cidade. E para situar a curiosa
figura do flâneur no tempo, é preciso entendê-lo,
antes de tudo, como uma figura nascida na mo-
dernidade. Ele apareceu como o contraponto do
aspecto que trata das relações entre os fenômenos
urbanos das multidões e a experiência vivida e
transmitida pelo escritor através de sua fort e
expressão poética.
Segundo ele, a multidão seria a usina de força do
flâneur; isso estaria evidente em alguns de seus poe-
mas, como Les petites vieilles e A une passante, que
traduzem a idéia do burburinho urbano e da pas-
sante que, após ser minuciosamente observada e
estudada pelo autor, corre o risco de nunca mais ser
vista por ele. É durante o dia que os aspectos mais
característicos da modernidade tendem a revelar-
se; é quando a multidão se refaz, se consolida e a
máquina a vapor põe-se novamente a produzir em
larga escala para abastecer a cidade faminta de
significados.
É um cenário perfeito para o aparecimento dessa
figura que está em todos os lugares e ao mesmo
tempo em nenhum lugar. Entre todos, porém sozi-
nho. Esse ser aparentemente indecifrável, que é o
flâneur, dividido entre o encantamento e o temor da
cidade.
Flashmobs!
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
Parkour (em português: arte do deslocamento) é uma atividade cujo princípio é mover-se de um ponto a outro o mais rápido e eficientemente possível, usando principalmente as habilidades do corpo humano. Criado para ajudar a superar obstáculos de qualquer natureza no ambiente circundante — desde galhos e pedras até grades e paredes de concreto — e pode ser praticado em áreas rurais e urbanas. Homens que praticam parkour são reconhecidos como traceur e mulheres como traceuses.
Parkour é uma atividade física difícil de categorizar, uma arte ou disciplina que assemelha-se a auto-defesa nas artes marciais. De acordo com o fundador David Belle, o espírito no parkour é guiado em parte a superar todos os obstáculos em seu próprio caminho como se estivesse em uma emergência. Você deve mover de tal maneira, com quaisquer movimentos, para ajudá-lo a ganhar a maior vantagem possível de alguém ou em alguma coisa, quer seja escapando daquilo ou caçando em direção a isso. Assim, havendo um confronto hostil com alguém, as opções são conversar, lutar ou esquivar. Assim como as artes marciais são uma forma de treinamento para a luta, parkour é uma forma de treinamento para a fuga. Devido a dificuldade em categoriza-la, os praticantes frequentemente colocam-na em sua própria categoria: "Parkour é Parkour".
Uma importante característica desta disciplina é sua eficiência. Um praticante não só se move o mais rápido que puder, mas da maneira energeticamente mais econômica e o mais diretamente possível. Eficiência também envolve evitar ferimentos em curto e longo prazo, o que explica o lema não-oficial être et durer (ser e durar).
A teoria da deriva é um dos trabalhos de autoria do pensador situacionista Guy Debord.
A deriva é um procedimento de estudo psicogeográfico – estudar as ações do ambiente urbano nas condições psíquicas e emocionais das pessoas. Partindo de um lugar qualquer e comum à pessoa ou grupo que se lança à deriva deve rumar deixando que o meio urbano crie seus próprios caminhos. É sempre interessante construir um mapa do percurso traçado, esse mapa deve acompanhar anotações que irão indicar quais as motivações que construiu determinado traçado. É pensar por que motivo dobramos à direita e não seguimos retos, por que paramos em tal praça e não em outra, quais as condições que nos levaram a descansar na margem esquerda e não na direita... Em fim, pensar que determinadas zonas psíquicas nos conduzem e nos trazem sentimentos agradáveis ou não.
Apesar de ser inúmeros os procedimentos de deriva, ela tem um fim único, transformar o urbanismo, a arquitetura e a cidade. Construir um espaço onde todos serão agentes construtores e a cidade será um total.
Essas idéias, formuladas pela Internacional Situacionista entre as décadas de 1950 e 1970, levam em conta que o meio urbano em que vivemos é um potencializador da situação de exploração vivida. Sendo assim torna-se necessário inverter esta perspectiva, tornando a cidade um espaço para a libertação do ser humano.
Flaneur
Mas quem é o flâneur?É um observador que caminha tranqüilamente
pelas ruas, apreendendo cada detalhe, sem ser
notado, sem se inserir na paisagem, que busca uma
nova percepção da cidade. E para situar a curiosa
figura do flâneur no tempo, é preciso entendê-lo,
antes de tudo, como uma figura nascida na mo-
dernidade. Ele apareceu como o contraponto do
aspecto que trata das relações entre os fenômenos
urbanos das multidões e a experiência vivida e
transmitida pelo escritor através de sua fort e
expressão poética.
Segundo ele, a multidão seria a usina de força do
flâneur; isso estaria evidente em alguns de seus poe-
mas, como Les petites vieilles e A une passante, que
traduzem a idéia do burburinho urbano e da pas-
sante que, após ser minuciosamente observada e
estudada pelo autor, corre o risco de nunca mais ser
vista por ele. É durante o dia que os aspectos mais
característicos da modernidade tendem a revelar-
se; é quando a multidão se refaz, se consolida e a
máquina a vapor põe-se novamente a produzir em
larga escala para abastecer a cidade faminta de
significados.
É um cenário perfeito para o aparecimento dessa
figura que está em todos os lugares e ao mesmo
tempo em nenhum lugar. Entre todos, porém sozi-
nho. Esse ser aparentemente indecifrável, que é o
flâneur, dividido entre o encantamento e o temor da
cidade.
Flashmobs!
Flash Mobs são aglomerações instantâneas de pessoas em um local público para realizar determinada ação inusitada previamente combinada, estas se dispersando tão rapidamente quanto se reuniram. A expressão geralmente se aplica a reuniões organizadas através de e-mails ou meios de comunicação social.
quarta-feira, 23 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)


















